quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A difícil arte de fazer o tempo passar...

O tempo, quando estou longe do Emanuel, parece não passar. Ser pai também passa por sentir saudade do nosso "pequeno", mesmo quando não tenham passadas tantas horas.
Não consegui ainda incutir essa idéia de tempo com qualidade, por enquanto, eu tenho pensado que a quantidade está fazendo falta. Normalmente, eu passo 12h longe (dias úteis), e quando me lembro do sorriso matreiro dele; sim, com apenas dois meses ele já consegue me conquistar quando expressa o seu contentamento. Esse "simples" gesto me faz relembrar do que o faz rir. Então, eu dou gargalhadas sozinho, porque geralmente ele rir porque eu ou minha esposa estávamos fazendo alguma gracinha.
O sorriso matreiro também me remete a incrível forma como sou olhado por ele. Sinto tanto amor, que às vezes penso: "espero que o meu filho também sinta que eu o amo". Não há dúvida que há muita ligação entre nós e que, Emanuel veio para unir. Enfim, como não torcer para que o tempo passe mais rápido para estar ao seu lado?
Sinceramente, eu não sei se as atividades que estou desenvolvendo são desinteressantes. No entanto, eu já tenho uma convicção, logo eu, um ser tão questionador... ser pai transcende qualquer coisa.

Um comentário:

  1. Nossa q lindo Carlos. Realmente parece que o tempo passa e nós não aproveitamos nada do nosso filho. Então curta, curta muito msm cada detalhe, pq já já ele vai estar um rapaz e virando para vc e dizendo: "Qual é coroa?" rsrsrsr
    Isso aí, já está bom nesse negócio de blog!
    Bjs triplos

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